Moda

SPFW DIA 1: O que rolou no primeiro dia de desfiles!

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No último domingo, dia 27 de Agosto, foi dada a largada a mais um São Paulo Fashion Week. A abertura oficial da edição N44 do evento ficou por conta do desfile da marca Iodice no Palácio Tangará. A cobertura completa você acompanha durante a semana aqui no blog Opte+. Fiquem ligados!

Desfile do Iodice:

Em comemoração aos 30 anos de marca, Valdemar Iodice conta que se inspirou na história da própria Iodice e no trabalho da artista Sonia Delaunay para criar a nova coleção, Tropical Art.
O que teve? Referências orgânicas e gráficas, shapes fluídos em seda, franjas e zíper, maxi listras, brilho para comemorar e mix de texturas na mesma peça, mas sem perder a harmonia.

UMA por Raquel Davidowicz

O conforto e a tradicional alfaiataria descomplicada da UMA provam mais uma vez que o DNA da marca não se perde em tendências após 20 anos de história. Realizado na Japan House, o desfile apresentou inspirações em designers japoneses.
O que teve? O trabalho do artista norte americano Cy Twonbly estampando peças em tecidos naturais e a linha beachwear minimalista, que podem ser usadas como roupa de baixo aparecendo nas transparências.

Desfile da Paula Raia

Seguindo a filosofia do slow fashion, o desfile de Paula Raia trouxe como inspiração a ação do tempo e a evolução de sua veia criativa. A estilista aproveitou a ocasião e vestiu os convidados com uma capa cor de rosa, em uma experiência poética para homenagear o sagrado feminino.
O que teve? Materiais nobres como seda e tule de algodão, técnicas artesanais de feltragem, bordados e camadas de tecido representando o desgaste das roupas e os efeitos causados pelo tempo.

Desfile da Paula Raia

Da esquerda para direita: Desfile Iodice, Desfile UMA por Raquel Davidowicz e Desfile Paula Raia

Vix by Paula Hermanny

Apresentando seu segundo desfile nas passarelas do SPFW, a estilista trouxe uma coleção sólida e contextualizada. Batizada de Trópicos, a inspiração é vista na cartela de cores vibrantes e nos detalhes.
O que teve? Tecidos que parecem chamoix, nós de cordas, linho formando estruturas de roupas nos biquinis, calças amplas e camisas de seda de algodão. Para colorir,tons terrosos, lilás, rosa blush e off white.

Desfile da Fabiana Milazzo

Inspirada em um mundo de sonhos, a coleção tem ar lúdico e fantasioso. “Borboletas no fundo do mar e peixes em árvores, como um subconsciente sem sentido”, explica a estilista.
O que teve: Uma linha totalmente moda festa, com vestidos volumosos, estruturas leves, plumas para dar movimento, tules e bordados. Na cartela de cores, azul celeste, amarelo canário e nuances de nude.

Desfile do João Pimenta

Baseado em três cores base, branco como céu, vermelho para o inferno e cinza representando o limbo entre os dois, o desfile de João Pimenta trouxe como tema central o bem e o mal e a vulnerabilidade humana.
O que teve? Recortes, telas, bordados, linho e texturas em jacquard. Os ternos foram usados sem camisa e as calças ganharam modelagens amplas.

Desfile do João Pimenta

Da esqueda para direita: Vix by Paula Hermanny, Fabiana Milazzo e João Pimenta.

Desfile da Lilly Sarti

Sempre pensando no bom gosto de suas clientes, o verão de Lilly Sarti é urbano e tem aroma de pele bronzeada, como afirma a própria estilista.
O que teve? Cartela de cores quentes, diversidade de peças leves e tecidos nobres como crepe de seda, couro de cabra e jacquard. A marca também apresentou mules, aposta certa da estação e ainda confeccionados com matéria prima e mão de obra nacionais.

Desfile da Osklen

Batizada de Tarsila, a coleção nasce através do olhar para o acervo com os primeiros esboços da artista. A partir de uma “tela limpa” o desfile começa com traços a lápis e vai desenhando sua trajetória, até encerrar com peças estampadas por obras famosas, como o Abaporu.
O que teve? Alfaiataria risca de giz unissex, tecidos naturais, sarja e moletons, além do vestido paraquedas e do casaco de “tyvek”. A coleção será lançada em Nova York junto com a exposição de Tarsila no MoMA.

Desfile da Triya

A estilista Isabela Frugiuele aborda o tema com base no olhar de um colonizador. O poema “Erro de Portugês” de Oswald de Andrade foi o alicerce para uma coleção que sonha com um Brasil redescoberto.
O que teve? Estampas inspiradas na fauna e flora, coserlets e espartilhos europeus em lycra, trecê, macramê e palha sempre presente nas coleções da marca, além dos biquínis em jeans reciclado, criados em parceria com Damn Project.

Desfile da Triya

Da esquerda para direita: Lilly Sarti, Osklen e Triya.

E partimos para o próximo dia do desfile!

#Ansiosas?

 

 

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