Moda

Breve História do Batom

O batom vem lá dos povos antigos. Antiquíssimos. Estudiosos atestam que foi por volta de 5000 a.C., na antiga Mesopotâmia. Outras fontes sugerem Grécia Antiga, Roma, Egito. Seja como for, a matéria prima era um tanto curiosa: pedras semipreciosas esfarinhadas.

Pois é.

A função de encanto do batom é primordial. Fácil imaginar Cleópatra alternando cores conforme fosse seduzir? Veja que curioso: Cleópatra utilizava besouros de carmim esmagados para obter a cor vermelha. Urgh! Sorte viver em tempos de opções sem-fim de batons?

Cinema
Para um bom batom, basta uma boca. Para seu efeito total, basta uma boa intenção. Nas telonas, invejou-se descaradamente Marilyn Monroe, Brigitte Bardot, Sophia Loren. Que bocas! Hoje, Angelina Jolie, Julia Roberts, Scarlett Johasson são outras que fazem desse pequeno cosmético o maior aliado na construção da imagem perfeita. Quando o assunto é batom, a imaginação vai longe. De homens e mulheres.

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Viva a natureza!
O batom, hoje, é um composto de várias ceras, mais pigmento e óleos perfumados. Antes, porém, eram usados produtos naturais para colorir os lábios; raízes, principalmente. Raízes misturadas com cera de mel formavam uma massa macia e úmida.

Beijo da morte
Um erro na mistura e seria fatal. Os egípcios chegaram a usar iodo e bromo, o que causou doenças graves. Esses batons ganharam o nome mórbido de “beijo da morte”.

Por que só a mulher?
Sempre entre o bem e o mal, a mulher vivia presa a seus papeis dicotômicos. Pureza ou luxúria? A cor do batom determinava um ou outro. Apesar de tantas mudanças no comportamento das mulheres, isso ainda prevalece na hora de montar o look. Que imagem você quer passar?

Diabólicos?
Foi tão assim que em 1653, um líder espiritual inglês chamado Pastor Hall liderou um movimento que pregava que pinturas no rosto eram “devil’s work”, ou seja, trabalho do diabo. Em muitas religiões, ainda hoje, o uso do batom é proibido.

Lei é lei
Um tempo depois, precisamente em 1770, o Parlamento da Inglaterra chegou a aprovar uma lei contra o batom e outras maquiagens.

God save the queen
Vitória foi a primeira rainha a ir contra essa tal lei. Depois, a todo-poderosa Elisabeth I, que usou muito batom, embora não ainda do jeito que se usa hoje. Em sua época, a pele deveria ser pálida ao extremo. Tons voltados para o branco. E o vermelho nos lábios era comum.

Outras autoridades que não abriram mão do batom ao longo da História foram: Maria Antonieta, da França; Grace Kelly, esposa do príncipe Ranier de Mônaco, lindíssima atriz; e, claro, Jackeline Kennedy. Hoje, é desnecessário dizer, todas usam, embora Kate Middleton e Meghan Markle sejam proibidas de usar cores marcantes.

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Baton Serviteur
Foi apenas na França do início do século XIX que foi definida a forma do batom como a conhecemos atualmente. Quem o criou foi Rhocopis, um perfumista francês. O nome batom serviteus significa “bastão servidor”. A massa era composta por talco, óleo de amêndoas doces, essências de bergamota e limão.

Vogue
Foi em 1921 que a revista Vogue publicou sobre o “tubinho” que todas as mulheres elegantes deveriam ter.

Guerra que muda tudo
Essas “tensões” culturais não desaparecem de uma temporada de moda para outra, embora hoje, evidentemente, haja menos discriminação no uso de batons.

Em tempos anteriores, contudo, somente depois da Primeira Guerra Mundial as mulheres ficaram mais livres para usar batom escuro.

Use e abuse
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Kisses,
Equipe Opte+

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