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Rainha Victória e a história dos casamentos

No tempo em que casamentos aconteciam por bons negócios e interesses, pouco importava a cor da vestimenta que a noiva usaria, desde que fosse um meio de ostentar a riqueza da família e mostrar o poder do casal que estava se formando. Os tecidos eram ricos, pesados e preferencialmente importados. Os padrinhos tinham uma função semelhante, pois eram escolhidos aqueles que poderiam dar bons presentes e que fossem referência na sociedade. Dessa forma, os padrinhos tinham função de consumar o ato, agindo como parceiros de negócios responsáveis por introduzir os novos sócios no meio em que viviam.

A partir do momento em que os casamentos começaram a acontecer por outras razões, que não econômicas, apenas, os padrinhos passaram a ser um símbolo de um bom casamento, assumindo uma moral religiosa. As noivas desse tempo, quando queriam transmitir a castidade como um valor aos convidados, vestiam-se de azul.

Em 1840, a Rainha Victória, da Inglaterra, se recusou a casar com o noivo arranjado pela família. Então, pensando em viver o seu grande amor, resolveu pedir seu primo, Príncipe Albert, em casamento. Foi o primeiro casamento na história que aconteceu em nome do amor, além de ter sido a primeira mulher a pedir um homem em casamento.

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Não somente revolucionou a motivação para que duas pessoas se unissem, como também o modo de se vestir: Victória resolveu casar-se de branco, proibindo os convidados de usarem a mesma cor, a fim de que a noiva fosse única, e que devesse brilhar. Como o casamento foi bem sucedido, a ideia do vestido branco foi instaurada como tradição, e mais tarde, passou a ser um símbolo de castidade e pureza, mesmo que na essência não tenha tido esse propósito. A tradição da troca de alianças no casamento também originou-se do casamento da rainha.

Historicamente, as alianças eram chamadas de anéis de poesia. Feitas sob medida, eram o objeto que representava a condensação de um sentimento máximo, tal como o amor. Eram colocadas no dedo anelar esquerdo por conta da chamada “Vena Amoris”, ou seja, uma veia que tem ligação direta com o coração. Sendo assim, as alianças marcaram o amor e compromisso do casal.

As tradições geradas no casamento de Victória são seguidas até hoje por muitas noivas, a fim de ter o mesmo resultado do casamento. Com o tempo, foi entendido que pouco importava ostentação ou negociações para a união entre duas pessoas. Para um casamento de sucesso, existem apenas três pilares básicos: o amor, o comprometimento e o respeito de um para com o outro, entendendo as necessidades próprias e se dispondo a ouvir, entender e apoiar aquela pessoa com a qual decidimos dividir a vida.

E aí? Gostou de saber um pouco sobre a história dos casamentos? Não esqueça de deixar o seu comentário!

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Equipe Opte+

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